Tertúlia — Literatura

O alfarrabista à sua espera!

Publicado por Paulo Ferreira em

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A Utilidade do Inútil

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Libertos de responsabilidades, os livreiros transformam-se em simples empregados, cuja tarefa principal é vender produtos com o mesmo espírito de quem trabalha num anónimo supermercado.

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Dos livros

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Nunca roubei um livro. A minha carreira de larápia principiou-se e findou-se numa nebulosa tarde de inverno quando, ao mirar de soslaio a caixeira de uma loja de decoração, me aproveitei de um instante de distracção e surripiei um laço que se encontrava sobre o balcão. Convicta do terrível dano do meu delito, logo me encarreguei de escondê-lo na cinta da minha saia escocesa. Nunca fui boa ladra. Os tremores e o rubor facial rapidamente me denunciaram. O laço que sem ser exactamente vermelho também não o era exactamente rosa, não se me destinava. Nunca eu teria cabeleira para tal,...

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Almeida Garrett

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OS LIVROS E A CENSURA EM PORTUGAL

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OS LIVROS E A CENSURA EM PORTUGAL José Brandão   Não se sabe bem ao certo quanto tempo a cultura portuguesa pôde viver livre da implacável repressão dos censores e seus mandantes.Pelo menos desde que D. João III, no ano de 1539, se lembrou de “empossar” um seu irmão mais novo, o cardeal D. Henrique, nas funções de inquisidor-geral do Tribunal do Santo Ofício, os livros, os autores, os editores e tudo o que não entrava nas boas graças da Santíssima Inquisição, jamais tiveram grande descanso e conseguiram dar asas ao seu espírito criador.Uma das primeiras ordens do cardeal inquisidor...

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