TOUREIO EQUESTRE EM PORTUGAL (O)

TOUREIO EQUESTRE EM PORTUGAL (O)

17315-E


ANDRADE (Fernando Sommer de).— O TOUREIO EQUESTRE EM PORTUGAL. Quetzal editores. 1991. 23,5x29 cm. 156-IV págs. B.

“A base de todo o processo que conduz ao toureio equestre é a existência do cavalo ibérico do Sul da Península, o cavalo ginete. Foi a equitação da Gineta, que ele proporcionou e que conduziu ao uso do duelo de lança, dito à gineta. É o toiro ibérico, do Sul da Península e a sua característica agressividade quando acossado. É a montaria, na qual se acossa o toiro ibérico, que pôs o cavalo ensinado à gineta perante a acometida do toiro. É o torneio medieval, feito espectáculo em praça pública, fechada, que, entre outros animais a abater (veado, javali, urso ou toiro), levaria, por progressiva eliminação dos outros animais, a utilizar-se apenas o toiro. É a eliminação progressiva dos métodos e das armas utilizadas na montaria, como os cães de fila,  os monteiros de pé com as suas picas e a meia-lua. É a regulamentação do duelo, segundo as normas cavalheirescas aplicáveis ao duelo com o toiro, que se considera adversário, de igual para igual. São estes dados do problema, que passamos a analisar, que nos conduzem à Tourada à Portuguesa!”— retirado da Introdução.

Profusamente ilustrado a negro e a cores nas páginas do texto.