“O DESFORÇO” — RAZÃO DE UMA CAUSA

“O DESFORÇO” — RAZÃO DE UMA CAUSA

19032-B1-009
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OLIVEIRA (A. Lopes de).— “O DESFORÇO” — RAZÃO DE UMA CAUSA. Edição de “O Desforço”.s.d. 14x20,5 cm. 79-V págs. B.

“No limiar de uma efeméride centenária, como é o caso presente de ‘O Desforço’, sempre vale a pena esboçarmos, sem contudo irmos à exaustão dos factos, mas mesmo ao de leve, aligeiradamente, aflorando o que tem sido a sua já longa caminhada, nem sempre fácil, convenhamos, condicionada aos caprichos humanos e aos signos dos acontecimentos. (...) Assim, nasceu “O Desforço”, em 21 de Setembro de 1892, por João Crisóstomo, como baluarte defensor da causa regeneradora (...)” — retirado de A Caminho do seu primeiro centenário.

Número onde se faz o balanço da vida deste jornal de Fafe,  “(...) fundado por João Crisóstomo e continuado até aos anos 50 por Artur Pinto Bastos e até ao seu final por sua filha Isaura Lusitana Pinto Bastos, também já falecida. Instituiu-se justamente como a grande referência da imprensa fafense, cuja história de faz de êxitos e fracassos, de projectos duradouros (O Povo de Fafe é outro dos casos de longevidade, já com 69 anos de existência, desde o seu surgimento em 1940) e de títulos efémeros. Mas sobretudo de uma inegável combatividade

política, que remonta há um século, com a luta entre progressistas e regeneradores, no final do século passado, depois transferida para a oposição entre monárquicos e republicanos e mais tarde, em pleno Estado Novo, entre situacionistas e oposicionistas. Mais recentemente, e após o 25 de Abril, os jornais locais continuam a espelhar posições políticas, agora de cariz mais político partidário (...)” — retirado Museu-Emigrantes.