Livro - PHALA (A) (nº33 — Destaque / Exposição)

PHALA (A) (nº33 — Destaque / Exposição)

11991-R-L1
  • 10,00 €


A PHALA. Publicação trimestral. Director Manuel Hermínio Monteiro. Propriedade Assírio & Alvim. Composição e Impressão: Victor Jacinto, Cronotipo /Artes Gráficas. Lisboa. 1993. nº33 — Destaque / Exposição. 14,5x42 cm. B.

“Dantes, a nossa publicação chamava-se FOLHA e embora de efémera existência, constituiu um elo de informação e ligação, da Assíro & Alvim com o seu público. A FOLHA caiu, por inércia e caducidade. E entretanto a Editora foi crescendo e, sendo ainda jovem, busca afirmação, fundamentando no dia-a-dia, a sua personalidade cultural. Por isso, A PHALA, como forma de expressão da Assírio & Alvim. Abandonámos os critérios informativos da anterior publicação, baseados no recorte da crítica saída na imprensa, para usarmos agora material de um mais amplo interesse literário e tanto quanto possível, inédito ou pouco conhecido. Propomos para esta publicação, uma periodicidade trimestral. Sendo uma publicação Assírio & Alvim, é lógico que privilegiemos os nossos autores. Mas gostaríamos que o material aqui inserido, pela sua qualidade e interesse, ultrapassasse o publicitário e fosse o mais possível entendido como complemento do nosso trabalho cultural. Sobretudo porque projectamos a Assírio & Alvim como espaço de qualidade e diversidade, de quem escolhe e edita livros à revelia dos códigos dominantes de comércio e lucro. Queremos dizer: não fazemos para cambiar por patacos. Editamos porque os livros nos dão prazer, e pretendemos colocar à disposição dos nossos leitores o que nos parece melhor: autores, traduções e concepção gráfica. Feita a apresentação, aguardamos que nos cheguem muitas críticas e sugestões.”

Número 33 — Destaque / Exposição,  de 1993, desta Revista com periodicidade irregularmente trimestral, criada por Manuel Hermínio Monteiro, tendo sido não só uma  revista onde se pode constatar o crescimento da editora Assírio & Alvim mas sobretudo foi um agente importante de divulgação de cultura portuguesa, com particular incidência na área da poesia.

“Manuel de Sousa Tavares era um rebelde, um apaixonado e escrevia bem. A propósito das Cartas Portuguesas, tinha o sonho de organizar em Beja um Congresso do Amor. Morreu nesta sua ciadde em 1987 com 35 anos, Dedicamos-lhe esta Phala”. Neste número: Cartas Portuguesas; Rilke, O Amor da Portguesa; Enigma, As Cartas, Quem as Escreveu; A dos Sete Conventos; Poesia, Contaminações; Ilda David, Pinturas.