EGOÍSTA (nº20)
19436-L22EGOÍSTA. Director: Mário Assis Ferreira. Editora: Patrícia Reis. Design: Henrique Cayatte. Propriedade de Estoril - Sol SA. 2004. 23x29 cm. B.
“ ? Património, s.m. bens que herdámos dos nossos pais ou avós; legítima; herança paterna; bens de família; dote necessário para a ordenação de um eclesiástico; propriedade, (Do lat. patrimonium, ‘id.’).’ Salvo o respeito devido ao Dicionário da Língua Portuguesa, não é essa a acepção de Património perfilhada nesta outonal edição da Egoísta. Para nós, Património continuará a ser, seguramente, a ‘egoística’ pertença; mais que isso, porém, ele ultrapassa a estrita materialidade táctil e voa, qual etérea, em domínios do imaginário. Esse Património abarca, no roteiro desta Egoísta, a Bandeira Nacional, o traço de Siza Vieira, a representação portuguesa na Bienal de Arquitectura de Veneza, a sedução da publicidade, a elegia do corpo que habitamos, o percurso, — pessoal e transmissível —, que dele fazemos nas imagens que o inspiram, nos gestos que o estimulam. (...) A esse Património dedicamos o corpo desta Egoísta (...). ” — retirado de Património da autoria de Mário Assis Ferreira.
Vigésimo número desta revista trimestral institucional, da sociedade Estoril Sol que completou 18 anos de existência em Março de 2018, constituída por uma equipa coesa e vencedora de vários prémios.
Neste número: Os pronomes, por João Lopes; Eu património, me confesso, por José Sarmento Matos; Paulo Martins Barata; O vício da liberdade, por Alexandra Melo; Estamos de Alma, por Paula Oudman; Da metamorfose, por Paulo Cunha e Silva; De luvas calçadas, por José Prata; The poet’s a man who feigns, por João Francisco Vilhena; Fantasma, por Luísa Costa Gomes; The eagle has landed, por Pedro Cláudio; Memória, por Filipe Melo; Ao terceiro dia, por Ana Sousa Dias; Pop Star, por Alexandre Melo; Bate leve, levemente, por Paulo Nogueira; From the shores os Normandy to the holes of Bastogne, por João Bugalho; Sonhando Morientes, por Massimo Vila; Os Gnomos Portugueses na Mata do Buçaco, por Cristina Carvalho; A Fábrica, por Henrique Cayatte; Bandeira, por Alexandra Quadros; Isto não está nada fácil, por Margarida Magalhães Ramalho; Património, por Ricardo Saló; Vinho do Porto; O Regador, por Ester Guedes; Um pintor arquitecto, por Paulo Martins Barata.

