PORTUGAL: A CONCEPÇÃO GOLPISTA DA REVOLUÇÃO SOCIAL

PORTUGAL: A CONCEPÇÃO GOLPISTA DA REVOLUÇÃO SOCIAL

11609-L2
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REEVE (Charles).— PORTUGAL: A CONCEPÇÃO GOLPISTA DA REVOLUÇÃO SOCIAL.  Introdução de Carvalho-Ferreira. Posfácio de Júlio Henriques. Editora Meridiano. (1976). 12x18.5 cm. 103-I págs. B.

“Como forma de esclarecimento positivo sobre as situações generalizadas de confusão e obscurantismo que campeiam na realidade do movimento revolucionário operário em Portugal, a publicação deste pequeno texto de Ch. Reeve impunha-se de sobremaneira. Não só porque as questões preponderantes nele analisadas têm uma pertinência histórica de profundo e real valor, mas ainda porque tal análise sugere um repensar crítico de toda a prática política revolucionária baseada na delegação de poderes, por parte dos trabalhadores, em relação às suas diversas formas de expropriação — quer pelo conjunto da classe capitalista e suas instituições estatais, quer pelas próprias organizações conservadoras, os partidos e os sindicatos (...)”.— do prefácio de Carvalho-Ferreira.

Do índice: Introdução: O esquerdismo, doença infantil do capitalismo de Estado; I - A Experiência Portuguesa; II - Os Ensinamentos.

Inserido na colecção Divergência. Assinatura de posse no frontispício.